dos que me servem chá. dos que me servem café. eu lingüinha
um pouco da xÃcara. mas que nojeira. mas não queimo
a lÃngua. se. nas garras da coruja voou meu olho.
talvez não possa dizer que seja cego de um olho.
mas que tenho um olho voado. e esse olho que resta.
que não voa. talvez seja um olho cegado.
é como diz o cético. por medo de morrer de casa.
padeci no fora. e por medo de morrer de casa.
leva-se uma tartaruga na cabeça.
para aprender a deixar de ser olho.
para aprender a começar a ser garra.
para enxergar com um olho que voa. e a respirar com um olho. despista.









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