Como diria meu querido amigo Asterix: “são loucos esses bretões”. Pois bem, não conheço outra investida, cuja infelicidade não deixa de ser assustadora, de explicar um conceito filosófico sob a forma de teatrinho: temos um teatro ruim e explicação da pior categoria. Contudo, e devo dizer que estou a ser sincero, consegui dar algumas risadas com os enraivecimentos do ator que brinca de Wittgenstein, bem como, com a gravatinha azul do personagem Russel. A risada é o patrimônio mais delicado da humanidade, claro que não me refiro ao escárnio, mas à s boas risadas. Aquelas que os atores devem ter dado ao entrar em contato com alguns dos absurdos da filosofia. O dizer, para todos os efeitos, é uma brincadeira de claro e escuro.









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