De alguma forma temos que estar diante de dois problemas sempre: primeiro o problema dos universais e depois o problema dos fragmentos. Por certo que nenhum dos supostos universais da beleza se encontram no rosto, nos cabelos ou nos olhos; os universais da beleza estão no encanto do rosto, no cheirar dos cabelos e no brilho dos olhos. Contudo, a beleza ainda nos permite os fragmentos, ah mas que beleza, então nos perdemos nas mãos, na ausência e fechar e abrir dos olhos. Existe uma crÃtica ao consumo e as banalizações promovidas pelo consumo, demasiadamente importante, mas eu prefiro a assunção do belo, aquele sentido, da ordem das sensações, ao mesmo tempo, universal e empirista.









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